Empreendedorismo / Vendas / Gestão / Mercado

Quanto custa vender nos marketplaces?

Vender em marketplaces é uma estratégia conhecida por muitos lojistas de e-commerces,  principalmente os que estão iniciando na área e […]

Quanto custa vender nos marketplaces?

Vender em marketplaces é uma estratégia conhecida por muitos lojistas de e-commerces,  principalmente os que estão iniciando na área e buscam mais canais de venda para aumentar a visibilidade e o faturamento. Em contrapartida, uma dúvida comum entre os empreendedores é se realmente vale a pena investir nesse tipo de plataforma, já que a estratégia envolve custos e esforços para que seja viabilizada.

Por exemplo, disponibilizar produtos em um marketplace implica nas famosas taxas, que vão desde despesas com a operação até o marketing, tecnologia, gastos de intermediação de pagamento e sistemas de análise de fraudes.

Se você pretende ampliar o leque de opções para as vendas online e está cogitando realizar esse investimento, confira o nosso post, pois falaremos um pouco sobre o custo dos marketplaces e quais fatores avaliar antes de começar a vender nos denominados shoppings da internet.

Existe um custo inicial para vender nos marketplaces?

Uma das dúvidas mais comuns entre os lojistas é em relação ao aporte inicial para a participação em um marketplace. Não é necessário nenhum investimento diretamente relacionado às plataformas para começar a vender, o único processo é a apresentação de documentação, já que cada uma delas requer documentos específicos para fechar o contrato. Além disso, há a variação de taxas conforme o canal.

Quanto à operação, o lojista deve estar preparado para alguns custos, os quais dependem, por exemplo, do segmento de mercado, localização do negócio e outros detalhes. Inclusive, esses aspectos afetam não apenas as despesas,mas também a precificação dos itens vendidos. Veja quais são eles:

  • Estoque inicial;
  • Contratação de equipes;
  • Ferramentas de integração e gestão;
  • Pagamento da comissão por venda realizada, a qual varia conforme o canal e a categoria de produtos.

Ou seja, por mais que não seja necessário empregar o orçamento para o começo das vendas em um marketplace, existem diferentes despesas a serem analisadas antes de se tomar uma decisão.

Quais são as taxas dos marketplaces?

Normalmente, os marketplaces funcionam da seguinte forma: a cada venda realizada, uma porcentagem pela negociação fechada, denominada “fee“, é cobrada do vendedor, chamado de “seller“. No Brasil, essa taxa varia entre 16% a 20% na maioria dos marketplaces, especialmente conforme a categoria de cada produto. Dentro dessa porcentagem estão incluídos custos com:

  • Marketing – 6%
  • Sistema
  • Antifraude – 1%
  • Gateway – taxa administrativa da operação – 3,5%
  • Antecipação
  • AVP – venda a prazo e recebimento do dinheiro – 8%
  • SAC – 1%                                       
  • Chargeback – valor não reconhecido pela operadora – 1%
  • Custo
  • Fixo – mão de obra / aluguel / TI / investimento – 2%

Nesse contexto, o empreendedor pode se perguntar de que forma esse investimento compensará, já que não se trata de valores insignificantes.

Afinal, onde está o lucro nisso?

Apesar das taxas dos marketplaces parecerem assustadoras em um primeiro momento, o lojista precisa considerar o volume de vendas, que pode ser muito maior do que uma loja virtual própria no início de operação.

Para se ter uma ideia, segundo a pesquisa Vender em Marketplaces 2020: diagnóstico e tendências no Brasil, essa já é uma tendência consolidada no setor de e-commerce, com 70% dos participantes do levantamento anunciando em grandes plataformas e 26% pretendendo iniciar em breve.  Outro dado interessante é que 67% das lojas que vendem em marketplaces utilizam a estratégia  entre um e mais de 5 anos, o que demonstra não se tratar de uma realidade passageira.

Vale frisar que, se houver preços competitivos aliados à qualidade dos produtos disponibilizados, é possível otimizar os lucros com base na quantidade de clientes, mesmo sendo necessário arcar com a cobrança de taxas.

Uma estratégia interessante é buscar compensar o custo do marketplace com a redução de outras despesas, como de frete e intermediação de pagamentos. Nesse aspecto, é importante investir em uma plataforma que proporcione gestão integrada e facilite a tomada de decisão no dia a dia.

Estar presente onde os consumidores se encontram é imprescindível para a atração, o aumento nas vendas e a fidelização. Certamente uma boa parte deles faz suas compras nos marketplaces, os quais ofertam uma grande variedade de produtos em um só ambiente.

Isso sem contar que os marketplaces carregam marcas de boa reputação no mercado,  como Amazon e Mercado Livre, o que significa um fluxo muito maior de pessoas acessando seus produtos.

Se será vantajoso para o empreendedor ou não, isso dependerá da avaliação de todos os pontos citados, aliada à uma pesquisa aprofundada sobre as condições de cada plataforma e seus respectivos benefícios.

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre esse e outros assuntos relacionados? Então continue acompanhando o blog da Webstore!

Tags:, , , ,

2 Comentários

  1. Sales Moreira disse:

    Tem com integração com dropshipping

    • Eduarda Guedes disse:

      Olá Sales! Tudo bem?
      Obrigada pela sua pergunta.
      Alguns marketplaces podem ter sim a técnica de dropshipping, por isso é interessante que você pesquise e veja opiniões de outros lojistas para saber como que funciona, ou até mesmo, ver com a equipe comercial do marketplace.

      Se ficou com qualquer dúvida, pode contar conosco! =)

Deixe o seu comentário!

Chegou sua hora de crescer sem limites

Avalie por 10 dias grátis.

Crie sua loja