Administração e financeiro
Qual a diferença entre plataforma alugada, plataforma própria e open source?
10 de outubro de 2020
Quando se trata de ferramentas para e-commerces, há uma diversidade de recursos que devem ser considerados antes de criar ou migrar a loja virtual, como é o caso da plataforma onde a mesma ficará hospedada. Isso porque os sistemas fazem uma diferença significativa nos resultados, seja em relação à eficiência, escalabilidade, facilidade de gerenciamento, custos, entre outros aspectos. É nesse cenário que entra a plataforma de e-commerce, que pode ser open source.
Assim como todas as outras soluções voltadas ao universo corporativo, esse tipo de sistema possui suas próprias características e particularidades, as quais se adéquam a diferentes tipos de demanda. Saiba quais são elas e conheça também outros tipos de plataformas em nosso post!
Afinal, o que é uma plataforma open source?
O termo open source, que traduzido significa código aberto, se refere a softwares de utilização livre, que são desenvolvidos por comunidades abertas de programadores e disponibilizados para utilização gratuita. Nesse caso, os ambientes podem ser customizados e aprimorados conforme a necessidade, desde que haja conhecimento e capacitação técnica para executar as ações.
Ou seja, apesar de uma plataforma open source ter acesso gratuito, isso não significa que a opção não terá custos ao longo da implantação e manutenção, já que é necessário o auxílio de especialistas em TI e infraestrutura para hospedagem.
Por isso, o modelo traz prós e contras. A principal vantagem, nesse caso, é o maior possibilidade de recursos e personalizações, enquanto os pontos negativos envolvem custos altos com desenvolvedores, necessidade da estrutura física e prazos longos para as entregas.
O que é uma plataforma alugada?

Outra opção entre as plataformas de e-commerce é a plataforma alugada. Nesse modelo, denominado SaaS - Software as a Service, há o pagamento mensal de uma loja virtual padronizada, a qual pode ter um certo nível de padronização para se adequar aos projetos.
Isso quer dizer que o empreendedor não é dono da plataforma, mas tem o direito de utilizá-la pelo prazo contratado. Nesse caso, toda a parte técnica, que envolve a gestão do provedor de hospedagem, configurações e manutenção do sistema, ficam a cargo do prestador de serviços.
Já os recursos da loja em si, como a inserção de produtos, criação de departamentos, formas de pagamento, tipos de frete, são de responsabilidade do lojista.
Entre os benefícios da plataforma alugada estão o prazo curto de criação, o baixo investimento, a usabilidade, as integrações, o suporte prestado e a infraestrutura de TI pronta.
O que significa ter uma loja própria?

Ter uma loja própria quer dizer manter uma plataforma desenvolvida sob medida por equipe interna ou empresa terceirizada. Esse tipo de recurso, apesar de oferecer o máximo controle para as empresas, requer um investimento financeiro alto, tanto em relação ao desenvolvimento quanto hospedagem e manutenção.
No momento de escolher a plataforma de e-commerce para o seu negócio, é fundamental pesar o custo-benefício de cada uma das opções citadas. É importante frisar que, para aqueles que buscam eficiência, facilidade e escalabilidade aliadas à redução de custos, as plataformas alugadas podem ser uma boa escolha.
Esperamos que o nosso conteúdo tenha sido útil para você. Quer saber mais sobre esse e outros assuntos relacionados ao comércio eletrônico? Então acompanhe as nossas redes sociais!












