Empreendedorismo

O novo normal: projeções, análises e expectativas para o e-commerce

Não é novidade que o comércio físico sofreu e deve continuar sofrendo o impacto da pandemia. O e-commerce, por sua […]

O novo normal: projeções, análises e expectativas para o e-commerce

Não é novidade que o comércio físico sofreu e deve continuar sofrendo o impacto da pandemia. O e-commerce, por sua vez, moveu-se no sentido contrário. Se o comércio físico foi afetado negativamente pelo COVID 19, o comércio eletrônico só cresceu e reafirmou sua posição de destaque no cenário que chamamos de novo normal.

 Comprar sem sair de casa é a tendência do novo normal

Mesmo com a flexibilização do isolamento e a reabertura do comércio físico, o e-commerce continua aquecido, pois é a alternativa seguida por todo comerciante que deseja adaptar-se ao novo normal.

As vantagens do varejo online são confirmadas pelo comportamento do próprio consumidor, que tende a sair cada vez menos de casa e prefere fazer suas compras no conforto e comodidade do seu lar.

Além disso, os números são os melhores argumentos a favor do e-commerce. Julho, por exemplo, foi considerado o 3º melhor mês da história do e-commerce, os acessos em sites de vendas atingiram 1,29 bilhões de acessos. A projeção, segundo pesquisa realizada pela Kearney – consultoria global de gestão estratégica –, é de que o e-commerce registre este ano um faturamento quase 50% maior do que o de 2019.

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) verificou que, desde o início da quarentena, 107 mil lojas começaram a vender online, o que resultou em um crescimento exponencial, passando de 135 mil lojas ativas para 242 mil. Uma análise da empresa de inteligência de mercado Neotrust/Compre&Confie mostrou que 24% dos consumidores que compraram pela internet neste período de pandemia foram pessoas que nunca haviam feito uma compra em loja virtual antes. Isso significa que 5,7 milhões de pessoas fizeram uma compra online pela primeira vez.

O mercado pós-pandemia

o novo normal pós-pandemia

As mudanças que integram o “novo normal” devem gerar efeitos no período pós-pandemia. Neste sentido, existe também um novo ambiente mercadológico para os negócios brasileiros, onde as empresas que souberem lidar bem com mudanças a curto prazo terão mais chance de sobreviver a todos os efeitos econômicos da crise, como inflação, recessão e queda do PIB.

O crescimento do e-commerce, no entanto, deve se manter estável. Os efeitos do novo normal no comércio eletrônico tendem a ser totalmente positivos e a perspectiva é de 2020 seja um ano de recordes para o mercado.

Como adaptar seu comércio ao novo normal?

A adaptação do comércio ao cenário do novo normal passa pelo esforço de compreender que o consumidor agora tem novos hábitos e novas prioridades. A pandemia trouxe um amadurecimento digital do consumidor ao mesmo tempo que ocasionou uma grande transformação no varejo e na experiência de compra do cliente.

Para se diferenciar no cenário pós-pandemia, é preciso investir em ferramentas que possam proporcionar uma experiência de compra mais satisfatória e em recursos que possibilitem a interação com o produto, mesmo que de modo virtual. As tecnologias AR, VR e 3D possibilitam uma maior conexão com as emoções do consumidor, humanizando o atendimento e o processo de compra.

O fato é que, não importa para onde você olhe, todos os cenários apresentam o e-commerce em ascensão no contexto do novo normal.

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