A presença das mulheres no e-commerce brasileiro aparece tanto no consumo quanto na criação e na gestão de negócios. O Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, é uma oportunidade para discutir essa participação.

Como referência histórica, a 38ª edição do Webshoppers, realizada pelo Ebit com dados do primeiro semestre de 2018, apontava que as mulheres representavam 51,5% dos compradores online. O número se refere ao período e ao recorte daquele estudo.

Este artigo aborda as duas perspectivas — consumidoras e empreendedoras — com os exemplos e levantamentos mencionados na publicação original.

Mulheres como consumidoras

O dado de 2018 mostra a participação das mulheres entre os compradores analisados. Para planejar ofertas, a loja precisa compreender o seu próprio público, em vez de assumir que todas as consumidoras têm os mesmos interesses.

Outro levantamento citado é o Relatório do Comportamento do Consumidor Online de 2018, da Social Miner em parceria com a NeoAssist. Segundo o artigo original, março e maio tiveram o melhor desempenho de vendas no primeiro semestre analisado.

Essas referências podem fazer parte da reflexão sobre o planejamento de vendas, mantendo os dados ligados ao seu contexto histórico.

Cupons, frete grátis, brindes e embalagens personalizadas são possibilidades de campanha mencionadas no texto. A escolha deve estar relacionada às necessidades do público e à proposta da marca.

Mulheres como empreendedoras

As trajetórias das empreendedoras têm diferentes motivações. O texto original cita a busca de renda, mudanças profissionais e o desejo de criar um negócio entre os caminhos de entrada no comércio eletrônico.

Uma pesquisa do Sebrae em parceria com a FGV, mencionada no artigo, apontava que quase 70% das empreendedoras entrevistadas já vendiam online ou haviam começado a fazê-lo desde o início da pandemia. A afirmação se refere às participantes daquele levantamento, sem atualização nesta revisão.

Entre os nomes apresentados no texto original como referências de atuação feminina nos negócios estão:

  • Cristina Junqueira;
  • Ana Lúcia Fontes;
  • Luiza Trajano.

A participação das mulheres no comércio eletrônico envolve negócios de diferentes portes e histórias. Reconhecer essa diversidade ajuda a ampliar a discussão para além de uma homenagem pontual.

Para quem deseja iniciar uma operação online, o planejamento da loja é parte desse caminho. A Webstore é a plataforma mencionada no artigo para conhecer possibilidades de criação de uma loja virtual.

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