Os tipos de plataforma de e-commerce diferem nas opções de acesso ao código, contratação e manutenção. Para escolher, considere os recursos, o orçamento e a equipe da loja. Código aberto, licença proprietária e SaaS ajudam a entender essas diferenças.

Compare as opções a partir de duas perguntas: quem pode alterar o código e quem mantém a infraestrutura? Licença e forma de contratação são aspectos diferentes. Por exemplo, uma plataforma proprietária pode funcionar como SaaS.

Assim, os modelos abaixo não formam um ranking nem são sempre excludentes. Entenda as responsabilidades de cada opção antes de escolher a plataforma de e-commerce.

Plataforma Open Source

Open source significa código aberto. Nesse modelo, a licença permite acessar, usar e modificar o código conforme suas condições. Por isso, a loja pode adaptar o sistema com apoio técnico.

Layouts, funcionalidades e outros recursos podem ampliar as opções de personalização. Avalie o que a solução oferece e o trabalho necessário para atender à operação.

Porém, código aberto não significa operação sem custos. Considere implantação, hospedagem, manutenção e desenvolvimento. Essas tarefas podem exigir profissionais de tecnologia da informação.

Plataforma proprietária

Uma plataforma proprietária usa software cuja licença restringe o acesso e as alterações no código. Portanto, as possibilidades de personalização dependem das condições do fornecedor.

Ao avaliar esse modelo, entenda quem será responsável pelo layout, pela navegação, pela implantação e pela manutenção.

A personalização pode adequar a loja ao negócio. Antes de contratar, porém, confira quais alterações o fornecedor permite e quanto elas custam.

Plataforma SaaS

SaaS vem de Software as a Service, ou software como serviço. Nesse modelo, você acessa a plataforma pela internet, e o fornecedor mantém a infraestrutura do serviço.

O acesso e a contratação são organizados conforme os planos e recursos oferecidos. Compare o que está incluído e como a cobrança se relaciona às necessidades da loja.

Dessa forma, o lojista não precisa assumir toda a infraestrutura internamente. Ainda assim, deve conferir no contrato quais tarefas cabem ao fornecedor e quais continuam sob responsabilidade da loja.

Como escolher a plataforma para a loja?

Compare recursos, integrações, personalização, suporte e custos. Relacione esses pontos ao perfil da operação e à equipe disponível para manter a loja.

Não existe uma opção universalmente melhor: a decisão deve considerar o conjunto das necessidades e responsabilidades do negócio.

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